segunda-feira, 30 de abril de 2012

Drogas ...


O papel das drogas na História: Dominação e alienação


Crack

O aumento do consumo do crack e de outras drogas mais pesadas tem intensificado a discussão sobre os malefícios causados à sociedade pelo uso de substâncias entorpecentes. No entanto, pouca atenção tem se dado ao papel desempenhado pelas mesmas durante a história da humanidade, numa relação direta entre dominação, alienação e consumo de narcóticos.

De fato vários povos tinham no consumo de substâncias entorpecentes um elemento de sua própria cultura, mas além destes não possuírem condições para tratar a questão de uma maneira científica, o uso dessas substâncias era controlado, esporádico e submetido a determinados rituais, não era uma “epidemia social”. Essa situação mudou com o contato estabelecido entre os europeus e os povos da América e da Ásia.

Na luta pelo domínio do continente americano (séc. XV até XIX), os conquistadores europeus introduziram o consumo da cachaça entre os nativos, estimulando o vício como um meio para enfraquecê-los. O imperialismo inglês, diante da resistência da China ao domínio ocidental, estimulou o consumo de ópio (droga extraída de uma planta chamada papoula) entre os chineses, chegando a guerrear contra o governo desse país por causa da proibição do comércio da droga, o que levou os chineses a maior vergonha de toda a sua milenar história.

Atualmente as drogas são vistas como um meio de libertação intelectual, rebeldia ou até uma simples maneira de esquecer os problemas. Essa forma de encarar o consumo de entorpecentes ganhou força na década de 60. O “sexo, drogas e rock and roll” foi a resposta de uma geração oprimida e que não tendo sucesso em conseguir a liberdade do corpo, acharam que estavam garantindo pelo menos a liberdade da mente. Puro engano, mente e corpo precisam trabalhar em sintonia, saudáveis, voltados para resolver os problemas, não para esquecê-los temporariamente. Ao utilizar as drogas para fugir de uma situação a pessoa está apenas acabando com qualquer possibilidade de resolvê-la, como demonstram os massacres citados acima.

Atualmente, o tráfico de drogas é uma arma eficaz de enriquecimento e sustentação do próprio sistema, no qual muitos acreditam estar indo contra (de acordo com a própria ONU, alguns bancos só se salvaram durante a última crise econômica mundial por causa do dinheiro gerado pelo narcotráfico). Além disso, o povo que mais necessita lutar por seus direitos se tornou refém de uma cultura que endeusa as drogas como maneira de fugir do desespero (financeiro e/ou intelectual), quando na verdade a única solução é lutar contra a própria situação desesperadora (incluindo a destruição da capacidade do nosso povo através das drogas).







Sunday, Bloody Sunday U2
I can't believe the news todayI can't close my eyes make them go away
How long?How long must we sing this song?How long, how long?Tonight we can be as oneTonight
Broken bottles under children's feetAnd bodies strewn across a dead end streetBut I won't heed the battle callIt puts my back up, puts my back upAgainst the wall!
* Sunday, bloody sunday (3x)
And the battles just begunThere's many lostBut tell me who has won?The trenches dug within our heartsAnd mothers, children, brothers, sisters torn apart
* Sunday, bloody sunday (2x)
How longHow long must we sing this song?How long, how long?Cause tonight we can be as oneTonight
* Tonight (4 x)
Wipe the tears of your eyesWipe your tears awayWipe your tears awayWipe bloodshot eyes
* Sunday, bloody sunday (6 x)
And it's true we are immuneWhen fact is fiction and TV is realityAnd today the millions cryWe eat and drink while tomorrow they dieThe real battle just begunTo claim the victory Jesus wonOn a sunday, bloody sunday
* Sunday, bloody sunday (5 x)

 
Domingo Sangrento DomingoU2
Não posso acreditar nas notícias de hojeOh, não posso fechar os olhos e fazê-las desaparecer
Quanto tempo...Quanto tempo teremos de cantar esta canção?Quanto tempo? quanto tempo...Porque esta noite... podemos ser como umEsta noite
Garrafas quebradas sob os pés das criançasCorpos espalhados num beco sem saídaMas não vou atender ao clamor da batalhaEle me irrita, me encurrala,Contra a parede
Domingo, sangrento domingo (3x)
E a batalha apenas começouMuitos perderam,Mas me diga quem ganhou?Trincheiras cavadas dentro dos nossos coraçõesE mães, crianças, irmãos, irmãs separados
Domingo, sangrento domingo (2x)
Quanto tempo...Quanto tempo teremos de cantar essa canção?Quanto tempo, quanto tempo?Porque hoje à noite podemos ser umHoje à noite
Hoje à noite (4x)
Enxugue as lágrimas dos seus olhosEnxugue suas lágrimasEnxugue suas lágrimasEnxugue seus olhos sangrentos
Domingo, sangrento domingo (6x)
E é verdade que somos imunesQuando o fato é ficção e a tv realidadeE hoje milhões choramNós comemos e bebemos enquanto amanhã eles morremA verdadeira batalha começouPara reivindicar a vitória que Jesus conquistouDomingo, sangrento domingo
Domingo, sangrento domingo (5x)




Falta Pouco...

A competição está apertando, os alunos estão aprendendo à lidar com as dificuldades, como será que isso acabará?

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Edi e Eli tinham sonhos e o maior deles é ir a escola .Será que conseguirão realizar esse sonho?

quinta-feira, 19 de abril de 2012

E agora? No livro Pássaro contra a vidraça, o Igor está tentando se "levantar" conversando com a Juliana. Será que ela vai ajudar? ...
Educação e o Combate ao Trabalho Infantil
Por Cleomar Manhas, assessora do Inesc
O dia 12 de junho é o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil. O Brasil possui legislação avançada com relação ao tema, a começar pelo texto constitucional que ressalta em seu artigo sétimo a “proibição de trabalho noturno, perigoso e insalubre a menores de dezoito anos e de qualquer trabalho a menores de dezesseis anos, salvo na condição de aprendiz, a partir de quatorze anos.”

O Brasil também é signatário da Convenção 182 da OIT (Organização Internacional do Trabalho) aprovada em 1999 e promulgada no país por decreto em 2000, que prevê que os países que ratificaram o texto deverão banir as piores formas de trabalho infantil que, entre outras, correspondem às formas de trabalho escravo, ao tráfico de crianças, à prostituição, recrutamento para atividades ilícitas como o tráfico de drogas; trabalhos que possam afetar a saúde física e psíquica das crianças. Para a aplicação do previsto no texto da Convenção, são consideradas crianças qualquer pessoa com menos de dezoito anos.

Pode-se constatar, então, que o nosso país possui leis que atentam para a proteção de crianças e adolescentes, especialmente, se relacionada à proibição do trabalho precoce, que infelizmente ainda precisam ser de fato implementadas, haja vista os resultados demonstrados na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Pnad/IBGE) de 2007, onde se diz que o trabalho infantil atinge 10,8% da população entre 5 e 17 anos, ou cerca de 4,8 milhões de crianças e adolescentes.

Além disso, percebemos que a maioria das/os adolescentes que estavam desenvolvendo trabalhos domésticos não possuía direito trabalhista algum, ou seja, se encontram em situação de trabalho ilegal. Até porque o trabalho infantil desenvolvido em âmbito doméstico dificilmente é notificado, por não haver fiscalização, além de muitas vezes nem ser visto como trabalho, mas sim como “favor” que se presta a famílias mais pobres.

Outros pontos relevantes, que merecem destaque na pesquisa dizem respeito à relação trabalho infantil e escola. A Pnad 2007 constatou que o número de crianças matriculadas vem aumentando e o número daquelas que estudam e trabalham está diminuindo; contudo, a parcela daquelas que só trabalham se manteve inalterada, ou seja, as crianças que trabalham têm maior dificuldade de frequentar a escola, além de não conseguirem mudar suas realidades. A pesquisa demonstrou, ainda, que os locais com maior incidência de trabalho infantil também são os locais com menores Índices de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

O levantamento do Pnad também verificou a questão da cor e da situação econômica do trabalho infantil, visto que crianças e adolescentes submetidas a esse tipo de situação em geral são negras e pardas e pertencem a famílias de baixa renda residentes nas áreas rurais das regiões norte e nordeste. Ou seja, aqui estão juntas várias formas de exclusão: de raça, de renda e de regionalidade.

Infelizmente não se tem dados desagregados relacionando analfabetismo e trabalho infantil, mas a maior taxa de analfabetismo também está concentrada nesta faixa populacional. E por analogia pode-se inferir que as crianças submetidas ao trabalho infantil e fora da escola também se concentram nas famílias com menor escolaridade.

Atualmente está em discussão no Senado um projeto de lei que propõe alterações na Lei Pelé. Desde que o projeto estava na Câmara dos Deputados a sociedade civil e o Ministério Público do Trabalho tentam inserir em seu texto medidas de proteção ao/a atleta em formação, tais como vínculo na carteira de trabalho e previdência social, fundo de garantia, pagamento de piso de um salário mínimo, frequência obrigatória na escola. No entanto, os clubes de futebol estão fazendo forte pressão para que os parlamentares não aceitem estas alterações, pois resultariam em gastos para estas entidades esportivas.

E o mais grave é que, em muitos casos, as próprias famílias dos atletas em formação, especialmente as de baixa renda, não exigem nada na esperança que os/as filhos/as sejam futuros fenômenos, ou futuros “ronaldinhos”. Enquanto uma ínfima parcela consegue o tão esperado sucesso, a maioria acaba por retornar ao mundo sem estar na escola, sem garantias e tendo de se submeter a trabalhos que não lhes dão de um futuro mais promissor que o de seus pais.

A resolução desta grave questão reside no desenvolvimento de políticas intersetoriais que ataquem todos os lados do problema, no entanto, a educação deve ser a política de frente, visto que é o direito agregador de outros direitos. É inegável que entre as famílias com maior escolaridade o trabalho infantil é praticamente inexistente, pois mesmo aquelas pessoas que, por inúmeros motivos, que vão do desconhecimento ao egoísmo, defendem o trabalho infantil, se estiverem entre as famílias com melhores rendas, não defendem para seus filhos, mas sim para os filhos dos pobres que são úteis para cuidar de suas casas e zelar pelos seus filhos que vão à escola, enquanto eles lavam suas roupas.

Shakira Gitana

Gitana Shakira

Nunca usé un antifaz Voy de paso Por este mundo fugaz No pretendo parar ¿Dime quién camina Cuando se puede volar? Mi destino es andar Mis recuerdos Son una estela en el mar Lo que tengo, lo doy Digo lo que pienso Tómame como soy Y va liviano Mi corazón gitano Que solo entiende de latir A contramano No intentes amarrarme Ni dominarme Yo soy quien elige Como equivocarme Aprovechame que si llegué ayer Me puedo ir mañana Que soy gitana Que soy gitana Sigo siendo aprendiz En cada beso Y con cada cicatriz Algo pude entender De tanto que tropiezo Ya sé como caer Y va liviano Mi corazón gitano Que sólo entiende de latir A contramano No intentes amarrarme Ni dominarme Yo soy quien elige Como equivocarme Aprovéchame Que si llegué ayer Me puedo ir mañana Que soy gitana Vamos y vemos.. Que la vida es un goce Es normal que le temas A lo que no conoces Tómame y vamos Que la vida es un goce Es normal que le temas A lo que no conoces Quiero verte volar Quiero verte volar Y va liviano Mi corazón gitano Que solo entiende de latir A contramano No intentes amarrarme Ni dominarme Yo soy quien elige Como equivocarme Si vine ayer Aprovecha hoy Que me voy mañana Que soy gitana

  Cigana Shakira

tradução

  1. Nunca usei máscara Vou de passagem Por esse mundo efêmero Eu não pretendo parar Diga-me quem anda Quando se pode voar? Meu destino é andar Minhas lembranças São uma estrela no mar O que eu tenho, eu dou Eu digo o que penso Leve-me como sou E vai leve Meu coração cigano Que só entende de bater Na contramão Não tente me amarrar Nem me dominar Sou eu quem escolhe Como errar Aproveite-me Porque se eu cheguei ontem Posso ir amanhã Pois sou cigana Pois sou cigana Sigo sendo aprendiz Em cada beijo E com cada cicatriz Algo pude entender De tanto que tropeço Já sei como cair E vai leve Meu coração cigano Que só entende de ladrar à contramão Não tente me amarrar Nem me dominar Sou eu quem escolhe Como errar Aproveite-me Porque se eu cheguei ontem Posso ir amanhã Pois sou cigana Vamos e vemos Que a vida é um prazer É normal que se temas O que não conhece Leve-me e vamos Que a vida é um prazer É normal que se tema O que não conhece Quero te ver voar Quero te ver voar E vai leve Meu coração cigano Que só entende de ladrar à contramão Não tente me amarrar Nem me dominar Sou eu quem escolhe Como errar Se cheguei ontem Aproveite hoje Pois posso ir amanhã Pois sou cigana